Eu, pombinha, em vôo

"Com o nariz na janela do avião, a nove mil metros de altura, contemplo o céu azul e a terra pequena. Como por encanto, me vêm à memória as estrofes XIII e XXXIV do Cântico Espiritual:
Aparta-os, meu Amado,
Que alço o vôo.
Eis que a branca pombinha
Para a arca, com seu ramo, regressou;
E, feliz, a rolinha
O par tão desejado
Já nas ribeiras verdes, encontrou.
A aventura espiritual é a tentativa constante de "levantar vôo" do humano que nos prende, do peso do egoísmo e do pecado e ir para o "alto", onde podemos contemplar sem medo a beleza de Deus..." Chama viva de Amor - João da Cruz.

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